terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Come join the party!


segunda-feira, 16 de novembro de 2009

2012 é hilário!



Antes da resenha uma dica: nunca ousem e inventem de pedir o hot dog do CINEMARK. É truque dos truques: pão com salsicha com mostarda escura e saquinho de batata palha no maior estilo "dog de merenda" feelings.


Roland Emmerich tem prazer na arte da destruição. Saca a fórmula: Independence Day (aliens + destruição), Godzilla (dragão japonês + destruição), O Dia Depois de Amanhã (aquecimento global + ???). Em 2012 o diretor pinta a sua melhor tela e faz (espero) seu filme definitivo. O mundo agora é alvo de erupções, rachaduras, explosões e pans. Para a raça humana, se você não é o John Cusack ou algum membro da sua família, a morte é a única opção.

O ex-rapaz alta-fidelidade, embolsa o cachê gordo, corre dos efeitos-CGI (impressionantes, mesmo que já na quinta explosão você está mais preocupado em limpar os dedos cheios de manteiga do que ficar chocado com o break da Capela Cistina) e ainda encontra tempo para discutir a relação com o filho, a filha, esposa e até com o (!) atual namorado dela.

A outra trama, "política", é mais uma baboseira americanolóide, sobre um presidente se sacrificando, políticos arrogantes e blá blá blá. Em contrapartida, o cineasta alemão não dispensa suas alfinetadas ao colocar a família-padrão ianque, nas mãos dos "ameaçadores" chineses.

Parágrafo dedicado às frases de impacto: "Eu preciso fazer esta belezura pousar de qualquer jeito". "Vão! Eu ficarei bem". "A cada livro lido, eu ganhava um sorvete!". "Eu tenho as provas! Amanhã contarei toda a verdade para a imprensa!" Oi?

...

Daí que termina o filme, bilhões morrem, o mundo não acaba e somos contemplados com um plano final péssimo. Ainda bem que o diretor não se leva muito a sério (vide a gag com o cachorrinho e a perua) mas ele só se dá conta disso no ato final do filme (eu já ri desde as primeiras explosões). Prefira Distrito 9! E se mesmo assim, insistir neste, um conselho: verifique se o ar condicionado da sala não foi atingido pelo apagão. BOOM!

PS: A cena do Cristo caindo não tem o destaque que merece, afinal o Brasil é tendência. Não caiam nesta armadilha!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Do it yourself!


Jogos como Guitar Hero e Rock Band proporcionaram aos jogadores a experiência de interação com a música através dos instrumentos. Os fãs pediram mais. Beaterator vai além e proporciona aos jogadores uma imersão completa: você produz sua própria música. Desenvolvido pela RockStar, em parceria com o produtor-estrela Timbaland, o título foi lançado em 29 de setembro nos Estados Unidos para o Sony PSP.

Mais barato que os programas profissionais de criação de músicas (nos EUA sai por US$40), Beaterator é uma ferramenta completa de criação e edição, desenvolvida para que os fãs de música componham por meio de uma interface já conhecida: a de games.

“Eu queria que as pessoas tivessem a sensação de também criar um beat – saber que todo mundo consegue”-, diz Timbaland, sobre o que motivou para a participação no jogo. O produtor forneceu mais de três mil beats, sons e loops para a brincadeira. As músicas produzidas pelos jogadores podem ser exportadas e disponibilizadas na internet.

Beaterator eleva o patamar dos games musicais, ao mesmo tempo que sacode a indústria da música – afinal produzir música é como jogar videogame? “Duas músicas do meu novo disco foram feitas no Beaterator!” Timbaland dá a resposta.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Festa Completa!



Tracemos um paralelo interessante. Ambas bandas são de Brasília. Cada uma delas ao seu modo captou o “espírito” de suas respectivas gerações. Nas letras, críticas sociais são diluídas no melhor que o rock nacional pode proporcionar. Onde o Móveis Coloniais de Acaju se difere da Legião Urbana? Renato Russo não baixava musicas, o Móveis, em contrapartida, lançou um disco inteiro pela internet – e que disco!

c_mpl_te é um respiro no insosso rock brazuca. Tem guitarras, naipe de metais, ska, psicodelia, MPB... atitude! O produtor-ídolo, Eduardo Carlos Miranda coordena a ânsia dos rapazes, apara as arestas e o que temos é uma compilação de canções com letras inteligentes, críticas e bem-humoradas. “Cheia de Manha” ironiza o culto das celebridades precoces. “O Tempo” é pop redondo, cheia de jogos de palavras e de instrumentação marcante. As letras, no geral, captam e recortam os “não-problemas” da molecada atual: ansiedade, consumismo e romances fugazes. Um upgrade nos ditos messiânicos de Russo.

Assumindo a postura de banda-empresa, a turma organiza seu próprio festival, produz e vende seus produtos (camisetas, acessórios, discos, etc) e planeja suas turnês. Tudo reflexo da geração da filosofia “do it yourself” que, aprimorada, apontou o dedo na cara do mainstream. Num acordo ousado com o visionário João Marcelo Boscolli, c_mpl_te foi lançado gratuitamente pela Trama Virtual onde até mesmo o encarte, os internautas levavam no download.

Se o titulo do disco sugere que falta alguma coisa à banda, a resposta é fácil: sua audição.

Baixe: “O Tempo”, “Cheia de Manha” e “Adeus”
Myspace:
http://www.myspace.com/moveis

Lady Gaga in a bad romance!



Que a Lady Gaga lança 30 músicas ruins para cada 5 viciantes, a gente já sabe. Bad Romance é dos raros acertos. Carro-chefe da "The Fame-Monster" (reedição do primeiro disco com 8 canções inéditas), aqui a surtada canta um amor doentio. "I want your loving, And I want your revenge" são os versos. As onomatopéias que fizeram da moça um sucesso (OOOOO's, Muah Muah, GA-GA) confirmam outro number one. E o vídeo é FODA, muito FODA.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Mais AVATAR (invasão azul)


Primeiro um novo trailer fodástico!


Novas fotos fantásticas...


E a capa da segunda edição da MOVIE!

Alguém duvida que James Cameron did it again?

Design do Dia




Dá até dó de comer os bentos (marmitas nipônicas) encontradas no Anna The Red's Bento Factory.